Main Menu

Recent posts

#1
Jogos / Re: Comente sobre o que está j...
Last post by Baha - Today at 09:45:35
Eu ia seguir com outras coisas de PS2 depois de acabar os Tales da geração, mas fiquei com lombriga e terminei Tales of Vesperia!

O jogo original era de Xbox 360, nascido na época em que a Microsoft tinha tentado fazer umas parcerias com devs japonesas e financiar jogos pro seu console, tentando se estabelecer no mercado japonês. Não deu certo, mas algumas coisas bem interessantes saíram dessa tentativa. No caso, joguei a Definitive Edition disponível oficialmente pra PC. Ela contém o conteúdo extra que a versão de PS3, lançada depois do fim da exclusividade temporária, recebeu na época, e que até então tinha ficado exclusivo do Japão.

Enredo

A história é ok, tem alguns aspectos legais e é bem agradável. Destaque para o protagonista mais "maduro" que a maioria dos heróis padrão, principalmente nessa série. Ainda assim achei que os pontos fortes de Abyss tiveram mais impacto. Uma reclamação comum da comunidade é que no terceiro ato certos elementos de conflito moral são deixados de lado em nome do foco mais padrão na fantasia épica, e eu consigo enxergar isso, mas pra mim pessoalmente foi algo que não afetou muito o aproveitamento.

Eu achei a química entre alguns personagens do grupo meio estranha. Certos comportamentos não parecem combinar com a personalidade de alguns personagens e com a forma como deveria estar desenvolvida a relação deles com outros. Acho que o exemplo mais forte disso pra mim é a forma como Yuri trata o Karol. Já outros se encaixam muito melhor.

Gráficos

Visualmente ele usa um excelente cel shading para os personagens, muito mais avançado do que aquele empregado em Symphonia. Os cenários são no estilo de "anime 3D", mas focando muito mais em cores bem vivas que qualquer um dos anteriores. Tecnicamente tudo tem uma quantidade de elementos e nível de detalhes neles maior que nos jogos passados, mas sendo um jogo da geração PS360 ele definitivamente não usa ao máximo o poder desses consoles. Os próprios efeitos visuais que eram febre na geração são usados de forma bem contida aqui, com os visuais focando ao invés disso em versões mais polidas e detalhadas daquilo que já existia no PS2. De forma geral, alguns lugares estão além daquilo que o PS2 era capaz de fazer, mas outros... nem tanto.

Quanto à direção artística, há algumas localidades que usam o estilo do jogo de forma muito bem aproveitada, especialmente envolvendo vegetação em que as cores vivas se destacam, principalmente em HDR, e em alguns momentos isso torna o jogo absolutamente lindo. Mas fora isso, a criatividade fica num nível semelhante à de Abyss. Já os personagens não são tão estilizados quanto em Symphonia, mas também não usam proporções totalmente realistas, seguindo também a linha do que foi feito em Abyss nesse aspecto. É o efeito do cel shading combinado com a resolução das texturas que eleva eles a outro patamar, muitas vezes parecendo realmente um anime jogável.

Som

Os diálogos que envolvem os protagonistas são em sua grande maioria dublados, inclusive nas skits. Algumas vozes são boas, mas outras, principalmente as das crianças, irritam. A voz do protagonista, Yuri, é boa, mas não combina com ele. Na verdade, a impressão que eu tenho é que o visual dele não combina com a voz, porque a voz combina com a idade e personalidade do personagem. Talvez se o jogo focasse numa estilização visual mais realista as coisas se encaixariam melhor nesse sentido.

A parte musical é mais uma vez o padrão da série. Nada destoa, nada irrita, mas pouquíssima coisa é memorável.

Gameplay

A estrutura geral do gameplay de exploração segue os moldes de Symphonia e Abyss, com áreas de tamanho pequeno e médio compostas por um espaço acessível formado principalmente por conjuntos de corredores. A área explorável das cidades também é bem compacta, condensando os principais pontos de interesse e talvez uma ou outra casa extra. É realmente um "Tales de PS2 na geração seguinte" e quem esperava evoluções e mudanças mais profundas vai se decepcionar.

Skills passivas agora são aprendidas com armas, parecido com o sistema de FF9. Cada arma  tem até 3 skills passivas que se aplicam ao personagem enquanto a arma está equipada, e usar a arma durante uma certa quantidade de combates vai ensinar essas skills. Com elas aprendidas, você pode trocar de arma e seu personagem ainda vai ter as skills, mas para que os efeitos delas se apliquem sem a arma é preciso ativá-las usando pontos. Sua reserva de pontos disponíveis pra isso aumenta conforme o personagem sobe de nível, e o custo para manter uma skill ativa varia para cada uma. Mesmo em níveis altos, você deve ter pontos suficientes pra manter ativas apenas uma pequena fração do total de skills disponíveis, se esteve usando uma grande variedade de armas para aprender skills durante o jogo.

E falando nas armas, o jogo tem um sistema de crafting agora. É possível craftar vários itens e equipamentos, e especialmente muitas armas são craftadas usando geralmente armas mais fracas como base e outros ingredientes. A maioria das armas do jogo aliás, e por tabela suas skills, você só consegue via crafting. As receitas vão aparecendo nas lojas conforme você avança na história e todas estão sempre disponíveis em todas as lojas. O sistema em si é simples: Se você tem os ingredientes, o dinheiro e a receita já está disponível, consegue fazer o item. Nada de minigames ou probabilidade envolvidos.

O jogo é cheio de sidequests e conteúdo opcional, a maior parte concentrada mais perto da reta final. E sim, muita coisa é missable e muitas janelas de tempo são pouco intuitivas, principalmente pra dar continuidade em certas quests de várias etapas.

Combate

O sistema de combate leva um tempo pra se acostumar. Abyss tinha um sistema bem agradável, mas ele tinha um aspecto que era desequilibrado em favor do jogador: O free run era bom demais. Era muito ágil correr ao redor dos inimigos, atacar e já sair correndo de novo antes que eles pudessem reagir. Aparentemente numa tentativa de ajustar isso, o combate de Vesperia parece mais travado no começo. Várias ações têm delays maiores em que o personagem fica com a guarda aberta. Mas conforme o jogo avança vão surgindo as ferramentas para lidar com isso, além de vários sistemas complementares que tornam o combate do mid pro late game bem profundo e técnico, e isso continua evoluindo ao longo do jogo. E à medida que você, em paralelo a isso, vai dominando as nuances, passa a ser possível administrar de forma muito satisfatória os combates mais desafiadores.

Existe pelo menos uma instância de desequilíbrio na dificuldade do jogo. Um boss perto do começo do jogo que é um lobo acompanhado de dois outros menores. Esse é de longe o difficulty spike mais absurdo da jornada inteira, perdendo apenas pro superboss da última dungeon opcional de postgame.

Concluindo

No fim das contas é sim um dos melhores da série, formando a "trindade" com Symphonia e Abyss, e foi legal ver um jogo nos moldes exatos dessa era executado na geração PS360, mas... um é suficiente, espero evoluções de estrutura/gameplay/estilo nos próximos. Por outro lado, ele terminou de solidificar uma conclusão que eu estava traçando sobre a série desde alguns jogos atrás. Tales não consegue "transcender" como experiência, causar aquele impacto eternamente memorável que algumas outras obras têm. Ele tem execução inconsistente entre os jogos, e mesmo naqueles que chegam mais perto de fazerem tudo direito, como é o caso aqui, falta alguma coisa pra ele atingir esse nível elevado. Talvez tenha a ver com o padrão de se apoiar em convenções de shonen que ele segue.

Foram 114 horas para o final normal, e depois de fazer o conteúdo de postgame o total final foi 136. Eu tratei de ser muito completista, incluindo fazer cedo algumas coisas que exigiram farming, então esse tempo está bastante inflado. Ignorando conteúdo opcional deve ser possível terminar em pouco mais de metade desse tempo.
#2
Cinema, TV & Música / Re: Filmes
Last post by Baha - Apr 02, 2025, 11:53:58
Quote from: Billy Lee Black on Mar 25, 2025, 13:54:03Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa.

Você quis dizer...



--------------------------------------------------------------------------------

De lá pra cá eu estive prosseguindo aos poucos com a maratona de animações da Disney, sem tanta coisa específica pra comentar, mas resolvi atualizar aqui porque o último que vi foi O corcunda de Notre Dame.

Eu acho que é um dos exemplos mais fortes sobre a minha percepção de algo ter mudado com a idade.

Lembro que quando era criança eu achei o filme chato. Não exatamente ruim, mas não era "legal" como Alladin e Rei Leão. Com o passar dos anos acho que voltei a assistir 1 ou 2 vezes quando passou na TV, e minha opinião sobre ele tinha melhorado.

Assistindo agora com calma e atenção, devo dizer que ele subiu muito no meu conceito. É um filme muito mais sério e pesado que o padrão da Disney, com algumas cenas e situações bem opressivas. O detalhamento visual é de primeira qualidade e achei que a história toda até que flui bem, diferente da percepção que eu tinha quando mais novo. O enredo em si foi "disneyficado" em vários aspectos, já que a história original era bem mais trágica e desoladora, mas ainda assim foi algo muito mais maduro que o padrão do estúdio.

O mais impactante é Frollo, o vilão. É comum em filmes da Disney termos vilões que entretêm, seja por combinarem com o tom da ambientação geral, como Ursula ou Jafar, ou por serem surrealmente vilanescos, como a Malévola. Mas Frollo é completamente diferente. Ele é monstruosamente humano. Não há absolutamente nenhum momento de humor ou leveza envolvendo ele, e principalmente olhando a obra como um adulto é possível considerar ele o vilão mais aterrorizante de todas as obras da Disney de todos os tempos. Porque ele é o tipo de pessoa que existiu e existe no mundo real, fazendo o tipo de coisas que aconteceram e acontecem no mundo real, cometendo atrocidades violentas, tanto no nível físico quanto psicológico, com frieza e desprezo. É alguém com quem nós literalmente temos o risco real de cruzar em nossas vidas.

E é praticamente inacreditável que tenham dado uma "musiquinha de vilão da Disney" pra ele E ISSO TENHA FUNCIONADO EXTREMAMENTE BEM, sem destoar em nada do tom da história e do personagem. Hellfire está entre as melhores músicas de vilões da Disney, no mesmo patamar de Be Prepared.

Acho que o grande problema do filme são os gárgulas. Eles são o elemento cômico do filme e também uma ferramenta para explorar o psicológico do Quasimodo. Acredito que o conceito deles poderia ser mantido e até algumas das cenas com eles poderiam permanecer sem alterações, mas há momentos em que as tentativas de humor destoam demais do tom do restante do filme e atrapalham. O número musical então... eu tive a mesma sensação que em Sonic 2 no trecho em que decidem focar totalmente nos humanos. É algo que definitivamente elevaria muito o filme se fosse completamente removido. Ainda mais triste terem tentado imitar o estilo do gênio de Alladin nessa parte.
#3
Cinema, TV & Música / Re: Séries de TV
Last post by Billy Lee Black - Mar 29, 2025, 23:10:33
Adolescência.

Merece todo o hype. Fantástica!

Eu tenho dó dos pais de hoje. Não deve ser nada fácil nessa era hiper conectada...
#4
Só agora no ep 06 que começou a acontecer alguma coisa em Frieren.

É muito difícil assistir alguma obra em que não há um objetivo, em que os personagens apenas existem.

E até o ep 06 foi assim. Agora, finalmente, estou curioso pra saber o que mais vai acontecer.
#5
Cinema, TV & Música / Re: Qual banda/música você des...
Last post by King - Mar 25, 2025, 20:25:11
Ultimamente tenho sido bombardeado com propaganda de bandas, e eventualmente caio em alguma que me chama a atenção... Essa aqui fez um cover fenomenal dessa música, que na minha opinião ficou muito melhor que a original. Pelo que vi na Apple Music eles tem outros singles bacanas, devo dar uma fuçada...

#6
Cinema, TV & Música / Re: Filmes
Last post by Billy Lee Black - Mar 25, 2025, 13:54:03
Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa.

Uma explosão de fofura! O filme é muito bom!

O filme entrou no Prime, caso alguém queira assistir.

Ps: o ator que faz o pai do Hiro estudou comigo no ensino fundamental  :o
#7
Cinema, TV & Música / Re: Animes que viu recentement...
Last post by King - Mar 22, 2025, 23:16:04
Não é exatamente um anime de porrada, se vc estiver esperando isso, pode esquecer. :mrgreen:

É um anime mais parado e reflexivo, tipo Full Metal Alchemist. Mas o início realmente é mais lento que o restante. Assiste aí que vale a pena.



Terminei To Your Eternity e que decepção... os primeiros episódios foram extremamente pesados, totalmente Seinen, te forçando a refletir sobre a efemeridade da vida... Aí do nada o anime deu uma guinada e virou um Shonen onde ninguém mais morre de verdade.

Tentei assistir The Garden of Sinners mas não consegui terminar nem o primeiro episódio. Me lembrou um pouco Ghost in the Shell, mas sei lá... não é pra mim.

Em contrapartida, Solo Leveling está terminando a temporada no auge. Tá muito bom esse anime. Já vou sentir saudades...

Resolvi finalmente começar Demon Slayer. Já sabia que eu ia gostar, e por isso tava adiando começar até ter bastante episódios...

A crunchyroll já anunciou os animes da temporada de Abril. Devo acompanhar a segunda temporada de Wind Breaker, e talvez me anime de assistir Black Butter... mas sem muita expectativa...
#8
Já vi 3 eps de Frieren e quase dormi. Até agora parece que tô assistindo filler kkkkk.

Quando esse anime começa a ficar bom?
#9
Jogos / Re: Comente sobre o que está j...
Last post by Baha - Mar 12, 2025, 09:30:22
Terminei Tales of Innocence R, remake pra PS Vita do Tales of Innocence de DS. Resolvi jogar essa versão porque me pareceu que lidar com o gameplay e visual no DS traria estorvos desnecessários, e li que em termos de estrutura e enredo o remake ficou praticamente idêntico ao original.

Enredo

O ritmo da história no começo do jogo é atropelado e tem um estilo infantil. Tales of Legendia parece ter sido escrito PRA crianças, Tales of Innocence parece ter sido escrito POR pré-adolescentes. Alguns aspectos melhoram mais pra frente, mas de forma geral parece um trabalho mais amador que Abyss por exemplo. O pano de fundo, lidando com reencarnação é bem interessante, mas o desenvolvimento disso acaba não sendo tão bem aproveitado.

Além disso, apesar de ter muito desenvolvimento de personagens e suas relações, principalmente se você se dispor a ver todas as skits, eu realmente não gostei muito de boa parte dos personagens e da forma com a história trata eles. Tem um exagero de idiotices de anime e o pior é uma insistência em martelar as mesmas várias e várias vezes.

O jogo tem uma inundação de skits, muito mais até que Tales of Rebirth. Pelo menos aqui muitas têm mais propósito, se encaixando no sistema de afinidade que o jogo tem, já que várias delas melhoram afinidade automaticamente ou dão opções de resposta ao protagonista que podem afetar isso. Achei também que a proporção de skits totalmente inúteis frente ao total é menor que em Rebirth, mas nas inúteis rola muito draminha pré-adolescente.

Gráficos

Há várias cenas em anime, de boa qualidade. Também tem algumas cenas que, apesar de usarem os gráficos do jogo, são pré-renderizadas.

Apesar de ter sido lançado pro Vita, esse jogo tem gráficos que o PS2 facilmente conseguiria fazer, talvez até o PSP, principalmente sendo um jogo que roda a apenas 30 fps. Durante o gameplay o ângulo de câmera é sempre numa mesma perspectiva isométrica sem possibilidade de rotacionar, em todos os cenários, menos no overworld em que a câmera fica atrás do personagem num ângulo que te permite ver o horizonte e pode ser rotacionada. As cutscenes usam ângulos diferenciados, o que já coloca esse jogo à frente do Legendia nisso, mas as ações e os movimentos dos personagens nelas são normalmente um tanto limitados.

O overworld é bem ok visualmente, com um draw distance menos claustrofóbico que os de PS2, mas em termos de gameplay ele é muito simplório. Ele literalmente só conecta localidades da história, com basicamente nada opcional ou mecânicas específicas dele.

Som

Qualidade das músicas varia bastante, de irritantes a bem legais. Não teve nenhuma super memorável, mas as melhores são acima da média das de Rebirth ou Abyss, já as piores são piores que qualquer coisa dos jogos de PS2 da série.

Os diálogos são falados (em japonês porque esse jogo não teve localização oficial) nas cenas importantes e boa parte das skits, mas não percebi uma lógica por trás da decisão de quais skits são dubladas e quais não são.

Gameplay

O sistema de afinidade que existe entre os personagens existe basicamente para liberar mais skits e desenvolvimento, além de alguma cena especial na reta final. Não notei nenhuma diferença de gameplay associada a isso.

O jogo tem sua cota de sidequests espalhadas. Não são muitas e são pequenas, geralmente limitadas a coisas dentro das próprias cidades. Várias têm janelas de tempo, mas tanto o tempo quanto a localização são em geral intuitivos pra você não perder nada. Na reta final brota um bom tanto de conteúdo também, mas pros elementos mais obscuros o jogo faz a gentileza de basicamente te avisar quando você está procurando no lugar certo.

Aqui temos encontros aleatórios. Bizarro porque a versão de DS aparentemente usava inimigos visíveis no cenário. A frequência é meio irritante nas dungeons, também porque a estrutura de algumas envolve puzzles/vai-e-vem. As dungeons aliás são bem ok na maior parte do tempo. Li que na versão de DS elas eram horrivelmente longas e monótonas, e foram retrabalhadas aqui no remake. Conforme o jogo avança elas vão ficando de fato bem longas, mas em geral elas possuem elementos de gameplay que ajudam a evitar um pouco a monotonia. Algumas da reta final ficaram cansativas, mas de forma geral foram uma experiência bem menos sofrida que as de Legendia.

Para incrementar as estratégias de IA, além da configuração padrão de comportamento semelhante ao restante da série, o jogo tem um sistema de customização que é basicamente o sistema de gambits de FF12. Você define ações, alvos e condições, numa ordem de prioridade pros personagens seguirem. Se nenhuma das ações definidas dessa forma for executável em um certo momento, o personagem age de acordo com as regras padrão de IA configuradas.

Essa não parece ter sido a única inspiração de FF12 que tiveram, pois o sistema de aprendizado de skills passivas é um tanto parecido com o license board também, mas nesse caso há bem mais diferenças na forma como funciona comparado ao sistema de IA. Você usa o quadro para gastar AP para aprender skills passivas que são divididas em grupos, aprender todas de um grupo te dá um aumento permanente de algum atributo. Você pode aprender qualquer skill disponível no quadro, e as que estão disponíveis são determinadas pelo avanço na main quest, sem precisar ficar liberando por comprar as adjacentes, exceto por umas com ícone de chave que ficam disponíveis conforme os personagens conquistam títulos e comprar elas libera algumas a mais ao redor.

Mas aprender as skills não é suficiente para elas estarem ativas, é preciso equipa-las, e você tem um limite de slots pra isso, com cada skill gastando uma certa quantidade. Aumento de slots também é algo que pode ser comprado nesse board.

Combate

O combate é mais difícil que nos últimos jogos da série. Isso, junto ao fato de que no começo ele não parece trazer nenhuma diferenciação muito interessante, estava deixando os combates irritantes. Mas conforme o jogo avança e mais sistemas ficam disponíveis, além de mais opções nos sistemas existentes, vai tudo ficando bem interessante e depois de um certo ponto (que infelizmente leva algumas várias horas pra chegar) as coisas ficam bem divertidas. É aquela coisa de sempre correr risco se você não souber o que está fazendo ou jogar de forma preguiçosa, mas conseguir vencer bem rápido e fazer tudo fluir de forma muito satisfatória se você fizer as coisas direito.

Finalizando

Uma coisa que me incomodou bastante, mas aí não é culpa do jogo, foi que o emulador crashava com uma certa frequência, geralmente ao final de combates. O grande problema mesmo é que o emulador de Vita não tem savestates, então à medida em que eu ia chegando longe no jogo, com dungeons cada vez maiores e save points cada vez mais espaçados, os crashes começaram a me fazer perder bem mais tempo quando eu dava azar. Acho que teve 3 ocasiões em que eu perdi de 10 minutos a meia hora de progresso por causa disso. No restante do tempo foram casos em que eu dei sorte de ter salvo há pouco tempo quando acontecia. No total acho que teve em torno de 20 crashes durante o jogo inteiro.

No final foram 43 horas contabilizadas no save. Fiz basicamente tudo o que tinha de conteúdo numa primeira jogada. Existe um pouco de conteúdo exclusivo do New Game+, mas não vou atrás dele.
#10
Cinema, TV & Música / Re: Animes que viu recentement...
Last post by King - Mar 11, 2025, 17:54:56
7th Time Loop: Anime de loop temporal, onde uma jovem da nobreza é difamada e perde o direito de casamento com o príncipe, devendo deixar a cidade. A cada loop ela toma um rumo diferente na vida, porém após 5 anos sempre acaba do mesmo jeito: Um jovem imperador a mata e ela volta pro dia do término do noivado com o príncipe. Dessa vez... ela resolveu se casar com o imperador que sempre mata ela. :mrgreen:

Achei o plot interessante e apesar do anime ter uma cara de animação pra meninas, até que tem bastante ação e mistério. Uma pena que tenha saído apenas 12 episódios por enquanto...


E ainda não acabei, mas tô vendo To Your Eternity. Esse anime me pegou com a guarda baixa. Eu não esperava que ele fosse pelo rumo que foi... É um anime bom pra lavar os olhos de dentro pra fora. No primeiro episódio eu caí no bait... aí fiquei falando pra mim mesmo "não vou cair no próximo bait", quando fechou o episódio e ligou os pontos... o pensamento foi "droga, eu já tinha caído no bait e nem tinha percebido".

Enfim, anime reflexivo e que não vou nem dar sinopse.